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Teatro José Maria Santos
   01/12/2008 Programação de Dezembro
Cronicamente Viável - Uma Reflexão Sobre a Crônica no Brasil
Dias: 04 de dezembro
Horário: às 19h30
Auditório: José Maria Santos
Ingressos: Entrada Franca
Postos de Venda: O singressos serão retirados na bilheteria do Teatro com uma hora de antecedência do inicio do evento.
Classificação: Livre

Cronicamente viável traz ao palco dois grandes escritores, Mario Prata e Miguel Sanches Neto, que farão uma reflexão sobre a Crônica no Brasil. Esse encontro faz parte das comemorações dos 200 anos do Banco do Brasil, que através de seus projetos leva programações de diversas áreas culturais a todas as regiões do país.
O debate tem por objetivo discutir a crônica brasileira em suas especificidade e características nacionais e regionais, colocando em contato autores de repercussão, jornalistas e escritores mais atentos à produção de suas regiões. A mediação é do jornalista Rogério Pereira, do jornal “Rascunho”, especializado em literatura. O projeto tem curadoria da jornalista Beatriz Carolina Gonçalves.

Sobre os autores
Mário Prata, mineiro de Uberaba, trabalhou como jornalista em vários jornais entre eles Pasquim, Folha de São Paulo e O Estado de S. Paulo. Como escritor publicou os livros: “O Homem que Soltava Pum”, “O Morto que Morreu de Rir”; “Schifaizfavoire -- Dicionário de Português”, “Filho é Bom, mas Dura Muito”, “Mas será o Benedito?”, “Diário de um Magro” e “Minhas Vidas Passadas (A Limpo)”. Como dramaturgo, escreveu as peças: “Bésame Mucho”, “Cordão Umbilical”, “Fábrica de Chocolate” e, para a TV, as novelas: “Estúpido Cupido”, “Helena e Dinheiro Vivo”.

Miguel Sanches Neto, nascido em Bela Vista do Paraíso e criado em Peabiru, no Paraná, é doutor em literatura pela Unicamp/Campinas e crítico em diversas publicações. É autor dos ensaios Biblioteca Trevisan e Entre dois tempos. Em poesia, publicou “Inscrições a Giz e Abandono”. Em ficção, o romance “Chove sobre minha infância”, “Um amor anarquista” (2005) e “A Primeira Mulher” (2008).

Volta ao Dia...
Dias: De 05 à 14 de dezembro
Horário: Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h
Auditório: José Maria Santos
Ingressos: R$15,00
Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Internet.
Data de Início das Vendas: Informações: 3304-7982
Classificação: 14 anos

“Volta ao dia...” é um projeto que começou a ser idealizado por Marcio Abreu em 1999, época em que dirigiu junto ao Grupo Resistência de Teatro o espetáculo “Adeus, Robinson!”, baseado em um roteiro radiofônico do autor Julio Cortázar. Nesse período, iniciou uma pesquisa informal sobre a obra do referido autor argentino e que resulta agora num espetáculo com dramaturgia própria, mas com forte influência de seu universo literário.
“ Volta ao dia...” é uma peça de teatro que teve um processo criativo dinâmico, com foco de atenção no trabalho do ator e em exercícios de composição dramaturgica. Duas atrizes (Maureen Miranda e Christiane de Macedo), dirigidas por Marcio Abreu, dividem o palco durante todo o tempo do espetáculo.
“Volta ao dia...” trata-se de um discurso não linear, de um fluxo racional de pensamento, entrecortado por imagens, atitudes cotidianas e sentimentos que apontam na direção das incertezas e contradições de duas mulheres que não se conhecem e que se encontram casualmente num apartamento onde nunca haviam estado antes. Através de uma narrativa fragmentada, abordam questionamentos como a busca do mundo ideal, a viagem, a busca de si mesmo, a dúvida entre ir ou ficar. Inspirados pela obra libertária de Julio Cortázar, que não deixa de apresentar reflexões críticas, bem humoradas e inusitadas do comportamento cotidiano.
“Volta ao dia...” é um jogo, são várias histórias, imagens, fragmentos de histórias, depoimentos e humores que relacionam-se numa estrutura composta por elementos de diferentes origens: o discurso dramático tradicional, as ações sem texto, a música, o cinema e a literatura.

Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia: Marcio Abreu
Elenco: Christiane de Macedo,
Maureen Miranda
Cenário e Figurino: Teca Fichinski
Música Original: Otávio Camargo
Iluminação: Nadja Naira
Criação e Realização: Companhia Brasileira de Teatro

Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

Cia Eliane Fetzer apresenta "UM CORPO EM ASTOR PIAZZOLLA"
Dias: 10 de dezembro
Horário: às 21h
Auditório: José Maria Santos
Ingressos: R$5,00
Postos de Venda: Bilheteria do Teatro e Livrarias Curitiba (Shopping Estação).
Data de Início das Vendas: Informações 3304-7982
Classificação: Livre



   02/11/2008 Programação de Novembro
Balé Teatro Guaíra apresenta Atelier Coreográfico 2ª Edição

Dias: 30 de Outubro à 02 de novembro, quinta a sábado às 20h30, domingos às 18h, no Teatro José Maria Santos.

Ingressos: R$10,00 - Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Internet.

Classificação: Livre

Novas propostas coreográficas, opções diferentes do ponto de vista musical e concepções inéditas de cenários e figurinos são os elementos que compõem o Atelier Coreográfico. De maneira semelhante ao que acontece no campo das artes plásticas – com seus salões periódicos, mostras de novos artistas e outros eventos semelhantes - diversas propostas coreográficas são apresentadas pelos bailarinos integrantes da companhia para compor um espetáculo que se constitui num mosaico dessas idéias. A atual edição apresenta nove novos trabalhos dos integrantes do Balé Teatro Guaíra.
Todas as funções necessárias à montagem dos trabalhos são exercidas também por bailarinos, que se transformam em cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, diretores musicais, diretores de palco, produtores, divulgadores, projetistas gráficos e realizam outras tarefas necessárias ao desenvolvimento das produções, o que cria de maneira efetiva oportunidades do conhecimento de práticas diversas que não só as inerentes ao ato de dançar, permitindo-lhes assim a continuidade da carreira, mesmo após o encerramento das atividades como bailarino.
A introdução do Atelier Coreográfico na programação anual do Balé Teatro Guaíra, se deu em 1980 com Carlos Trincheiras, então Diretor da companhia. Sua última edição ocorreu em 1998. A atual Diretora do Balé Teatro Guaíra, Carla Reinecke, resolveu retomar a idéia, diante dos resultados efetivos que a mesma apresentou nos períodos em que foi desenvolvida, haja vista o grupo significativo de bailarinos integrantes das formações anteriores do BTG que hoje exercem as mais diversas funções ligadas à dança, junto ao BTG, ao Guaíra 2 e à Escola de Dança do Teatro Guaíra, bem como a outras instituições.
A atual edição do Atelier Coreográfico apresenta nove novos trabalhos criados e apresentados pelo corpo de bailarinos profissionais do BTG.

As Coreografias

Koitxagnaré
Koitxagnaré na língua dos índios Suruís (Rondônia) quer dizer: " vou comer você".

Apreciando-se a virtude do outro através da carne, reconhecia-se a humanidade e o valor do inimigo; o devorado renascia em seu semelhante, caracterizando um “ritual antropofágico.”
Nessa montagem nos inspiramos em uma antropofagia simbólica para falarmos das várias formas que o se humano se devora, se consome, e a necessidade que isso acontece para que as cadeias alimentares ou ritos da existência humana sobrevivam.
“Tomai e comei, este é o meu corpo...”

Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Brasilian Vibe/ Kay/ Mawaca
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello e Marcio Pimentel
Elenco: Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Juliane Englhardt, Luciana Voloxki, Mari Paula, Nina Monteiro, Patrícia Machado, André Neri, Carlos Matos, David Caldas, Diego Mejia, Igor Vieira, Manuel Gomes e Robson Schmoeller.

Petit Coeur
Muito mais que seu punho.

Coreógrafo: Robson Schmoeller
Música: Love Affer Ennio Morricone
Figurino, cenário e iluminação: Robson Schmoeller
Ensaiador: Ian Mickiewicz
Elenco: Robson Schmoeller.

Pulse
Um estudo sobre velocidade. Tentativa de tornar possível o que é rápido em lento e vice-versa. Vivemos um tempo na era da urgência onde tempo e velocidade são elementos fundamentais de nossa existência.

Coreógrafo: Airton Rodrigues
Música: Jhonta Austin
Figurino, cenário e iluminação: Airton Rodrigues
Ensaiador: Daniel Siqueira
Elenco: Airton Rodrigues e Patrícia Machado.

Laura Power Conceição
Uma discussão sobre a máscara, a identidade e o personagem situados num corpo. Um livre exercício bem humorado que mostra como as pressões da sociedade e da cultura engendra a identidade e os limites do indivíduo.

Coreógrafo: Cláudio Fontan
Música: Colagem musical (Lúcio Alves e Cyro Monteiro)
Figurino: Soraya Felício e Cláudio Fontan
Cenário: Cláudio Fontan
Iluminação: Daniel Siqueira e Cláudio Fontan
Ensaiador: Daniel Siqueira
Elenco: Alex Cajé e Juliane Englhardt.

Eureka
Eureka é a oportunidade de saciar uma curiosidade pessoal em ver outros corpos interpretando movimentos que vem de estímulos naturais e espontâneos de um corpo original. São movimentos breves. clickis, insights, estalos, conjugando movimento e musica em uma mesma idéia: a descoberta.

Coreógrafo: Diego Mejia
Música: Colagem musical
Figurino e cenário: Diego Mejia
Elenco: Juliane Englhardt, Patrícia Machado, Nina Monteiro e André Neri.

Entre 2
A natureza humana, desde os primórdios da existência luta com a dualidade inerente a ela: agir pela razão ou pela emoção? Como viver afinal, entre a razão e a emoção, sem que nosso interior seja o grande palco de um duelo sentimental entre essas duas guerreiras da alma, que confudem nossos sentidos e brincam com o tempo, criam e matam esperanças, desafiam a felicidade, julgam, absovem e condenam tantos outros sentimentos? Entre dois divide-se a alma e cada parte corre num círculo eterno sem nunca se tocar, apenas vislumbrando a outra, tentando se fundir, se completar.

Coreógrafo: Igor Vieira
Música: Metamorphoses two Philipe Glass
Figurino e iluminação: Igor Vieira
Elenco: Luciana Voloxki e Manuel Gomes.

Dois a dois
Dançar - executar só ou em conjunto com uma ou mais pessoas uma sucessão rítmica de passos e movimentos do corpo comumente ao compasso de música.
Mover-se ligeira e rapidamente para cima e para baixo ou ao redor.
Saltar, saltitar, girar sobre uma superfície, sobre a água ou ar. (Michaellis)

Coreógrafo: Jorge Schneider
Música: Time after time (Flying Pickets)
Figurino: criação coletiva
Iluminação: Cleverson Cavalheiro
Elenco: Soraya Felício, Simone Bönisch, Jorge Schneider e Ricardo Garanhani.

Vulto
Fração de algo que há um tempo consistente; material presente, agora apenas uma sensação. Um sentimento que perdura de um tempo passado, de algo que havíamos desejado.

Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Drumming by Number
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello
Elenco: Eleonora Greca e Rodrigo Mello.

Um olhar para o deserto
Obra coreográfica embasada na técnica do Jazz Dance.

Coreógrafo: Robson Schmoeller
Música: Colagem musical
Figurino, cenário e iluminação : Robson Schmoeller
Elenco: Daiane Camargo, Déborah Chibiaque, Luciana Voloxki, Nina Monteiro, Igor Vieira, Manuel Gomes e Eraldo Alves.


Contos Proibidos de Antropofocus

Dias: 07 à 30 de novembro, sextas e sábados às 21h domingos às 20h, no Teatro José Maria Santos

Ingressos: R$20,00, R$15,00 (bônus) e R$ 10,00 (meia-entrada)

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Internet.

Classificação: Livre

Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra e Clube do Assinante Gazeta do Povo.




   28/10/2008 Programação de Outubro
Cordas e Cordas - Paidéia Escola de Música

Dias: 04 de Outubro às 19h, no Teatro José Maria Santos.
Link
Ingressos:
R$6,00 (inteira), R$3,00 (meia-entrada e compra antecipada na escola)

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Paidéia Escola de Música.

Classificação: Livre

Das cordas das guitarras e contrabaixos às cordas vocais, o show "Cordas & cordas" inclui músicas instrumentais apresentadas pelos alunos de guitarra, contrabaixo e bateria, e também música vocal dos alunos de canto e do grupo Curitibôcas.
O repertório da parte instrumental inclui obras musicais de grandes guitarristas como Frank Gambale, Joe Satriani, Tony Macalpine, entre outros.
Já os alunos de canto, apresentarão alguns clássicos da MPB, como Djavan, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, além de obras da nova geração da MPB, como Vanessa da Mata e Pedro Luís.
A banda é composta pelos alunos e professores da Paidéia, entre eles os guitarristas Pedro Gaiad, Samuel Strapasson, Pedro Bom Peixe, Érico Klein, João Andrigueto, Pedro Tonhozi e Kalil Curi, acompanhados Karine Kawamura (bateria) e Corine Iwamura (baixo).
Os alunos de canto serão acompanhados pelos professores Toni Antoniacomi (bateria), Jonas Cella (contrabaixo) e Edcea Godinho (piano). Entre os cantores os alunos Ricardo Morris, Bruna Luchesi e Sidney Basílio.
Para finalizar o espetáculo a participação mais do que especial do Vocal Curitibôcas apresentando parte do seu novo repertório: Saudade mata gente (Antonio Almeida e João de Barro), Marambaia (Henricão e Rubens Campos), Urubu Malandro (Louro e João de Barro) e Maria Boa (Assis Valente). O Vocal Curitibôcas é dirigido por Dirceu Saggin e André Dietrich (reg. auxiliar). A coordenação da banda dos alunos é do professor Elinton Lemes e os alunos de canto estão sob a coordenação da professora Edcea Godinho.
Vale a pena conferir!!

Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

II Simpósio Acadêmico de Violão EMBAP - Waltel Branco e amigos

Dias: 07 à 11 de Outubro, às 20h30, no Teatro José Maria Santos.

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: Livre

O simpósio acontecerá em vários locais. Maiores informações com: (Mário da Silva – 9901-7470), Josemar Vidal – 8415-6945 e Roberto Froes – 9674-7740.
Waltel Branco:
Nascido no dia do músico, dia 22 de novembro, de 1929, Waltel é um dos mais respeitados artistas brasileiros. Homenageado e premiado em todo mundo, é hoje considerado compositor, revolucionário da MPB, um dos criadores da Bossa Nova, precursor do Jazz-Samba, Acid-Jazz, Lounge e do Fusion. Fez trabalhos com Henry Mancini, Gilberto Gil, Nat King Cole, Elis Regina, João Gilberto, Quincy Jones, Dizzy Gillespie, João Donato e Baden Powel, entre outros.
Já lançou mais de 20 discos, cultuados pelas experimentações e virtuosismo. Trabalha com diversos estilos musicais. Foi arranjador musical das trilhas de novelas e vinhetas TV Globo.
De família de músicos, iniciou sua formação musical em Curitiba, aos 12 anos. Alguns anos mais tarde, no Seminário Franciscano, aprendeu a tocar órgão e harpa. Em 1949, um ano antes de ser ordenado padre, deixou o seminário e naquele mesmo ano seguiu para Cuba acompanhando a cantora Lia Ray como arranjador, diretor musical e violonista do conjunto. Em Cuba, teve a oportunidade de tocar com Perez Prado, Mongo Santamaria e Chico O’Farrel. Um ano depois, mudou-se para os Estados Unidos.
Em Nova York, apresentou-se várias vezes com Laurindo de Almeida; gravou com Franco Rosolino, Charles Mariano, Sam Noto, Mel Lewis e Max Bennet. Em 1960, participou do Newport Jazz Festival, com Bud Shank. De volta ao Brasil, estabeleceu-se no Rio de Janeiro no começo da década de 60.
Com uma carreira consagrada nos EUA, Waltel era sempre requisitado quando apareciam turnês com músicos internacionais. Assim, tocou ao lado de Dizzy Gillespie, Freddy Cole e rodou o país como violonista e arranjador de Johnny Mathis. Em Roma, apresentou-se com Dorival e Nana Caymmi, além de João Gilberto. Na Espanha, participou do Festival da OTIS acompanhando Maria Creuza e estudou técnica instrumental com um dos maiores violonistas do mundo, espanhol Andres Segovia, que lhe rendeu uma citação na Enciclopédia Delta Larousse (1973), como discípulo de Segovia, igualando-lhe ao mestre.

Comemoração dos 5 anos do grupo Dança Masculina Jair Moraes

Dias: 23 a 25 de Outubro, às 21h, no Teatro José Maria Santos.

Ingressos: R$10,00

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro e Livrarias Curitiba (Shopping Estação).

Classificação: Livre

Mas as criações coreográficas não se fixam somente no clássico e contemporâneo, vai além, explora toda a versatilidade e o ritmo do brasileiro, intensificando a diversidade de sua cultura.

Hoje a Cia. de Dança Masculina Jair Moraes é uma companhia independente. Tem atuado em parceria com o Centro Cultural Teatro Guaíra, onde Jair Moraes é o maïtre da companhia principal. É um dos artistas mais conhecidos e consagrados do Balé Teatro Guaíra, do qual foi primeiro bailarino, durante longo período, e se apresentou em papéis importantes dos espetáculos da companhia, apresentados em diversas cidades brasileiras e no exterior; foi o idealizador da companhia. Ainda nos anos 80, a pedido de Carlos Trincheiras, então Diretor do Balé Teatro Guaíra, o bailarino já havia ministrado um “Curso de Formação Acelerada para Rapazes” para suprir as necessidades da companhia. Por solicitação da Escola de Dança Teatro Guaíra, Jair iniciou um trabalho com um grupo de rapazes. As atividades foram iniciadas em agosto de 2003, com doze integrantes, e no curto espaço de um mês o grupo já se apresentava em público. Inicialmente as atividades da dança masculina eram ligadas à Escola de Dança Teatro Guaíra. Posteriormente, por questões técnicas e problemas de localização da Escola, parte do grupo transferiu as atividades para o Teatro Guaíra. O trabalho, que prima pela qualidade técnica na formação, tem se desenvolvido a ponto de já existirem em algumas companhias ex-integrantes do grupo que são coreógrafos e ensaiadores.

Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

Balé Teatro Guaíra apresenta Atelier Coreográfico 2ª Edição



Dias: 30 de Outubro à 02 de Novembro, Quinta a sábado às 20h30, domingos às 18h, no Teatro José Maria Santos.

Ingressos: R$10,00 - Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Internet.

Classificação: Livre

Novas propostas coreográficas, opções diferentes do ponto de vista musical e concepções inéditas de cenários e figurinos são os elementos que compõem o Atelier Coreográfico. De maneira semelhante ao que acontece no campo das artes plásticas – com seus salões periódicos, mostras de novos artistas e outros eventos semelhantes - diversas propostas coreográficas são apresentadas pelos bailarinos integrantes da companhia para compor um espetáculo que se constitui num mosaico dessas idéias. A atual edição apresenta nove novos trabalhos dos integrantes do Balé Teatro Guaíra.
Todas as funções necessárias à montagem dos trabalhos são exercidas também por bailarinos, que se transformam em cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, diretores musicais, diretores de palco, produtores, divulgadores, projetistas gráficos e realizam outras tarefas necessárias ao desenvolvimento das produções, o que cria de maneira efetiva oportunidades do conhecimento de práticas diversas que não só as inerentes ao ato de dançar, permitindo-lhes assim a continuidade da carreira, mesmo após o encerramento das atividades como bailarino.
A introdução do Atelier Coreográfico na programação anual do Balé Teatro Guaíra, se deu em 1980 com Carlos Trincheiras, então Diretor da companhia. Sua última edição ocorreu em 1998. A atual Diretora do Balé Teatro Guaíra, Carla Reinecke, resolveu retomar a idéia, diante dos resultados efetivos que a mesma apresentou nos períodos em que foi desenvolvida, haja vista o grupo significativo de bailarinos integrantes das formações anteriores do BTG que hoje exercem as mais diversas funções ligadas à dança, junto ao BTG, ao Guaíra 2 e à Escola de Dança do Teatro Guaíra, bem como a outras instituições.
A atual edição do Atelier Coreográfico apresenta nove novos trabalhos criados e apresentados pelo corpo de bailarinos profissionais do BTG.

As Coreografias

Koitxagnaré
Koitxagnaré na língua dos índios Suruís (Rondônia) quer dizer: " vou comer você".

Apreciando-se a virtude do outro através da carne, reconhecia-se a humanidade e o valor do inimigo; o devorado renascia em seu semelhante, caracterizando um “ritual antropofágico.”
Nessa montagem nos inspiramos em uma antropofagia simbólica para falarmos das várias formas que o se humano se devora, se consome, e a necessidade que isso acontece para que as cadeias alimentares ou ritos da existência humana sobrevivam.
“Tomai e comei, este é o meu corpo...”

Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Brasilian Vibe/ Kay/ Mawaca
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello e Marcio Pimentel
Elenco: Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Juliane Englhardt, Luciana Voloxki, Mari Paula, Nina Monteiro, Patrícia Machado, André Neri, Carlos Matos, David Caldas, Diego Mejia, Igor Vieira, Manuel Gomes e Robson Schmoeller.

Petit Coeur
Muito mais que seu punho.

Coreógrafo: Robson Schmoeller
Música: Love Affer Ennio Morricone
Figurino, cenário e iluminação: Robson Schmoeller
Ensaiador: Ian Mickiewicz
Elenco: Robson Schmoeller.

Pulse
Um estudo sobre velocidade. Tentativa de tornar possível o que é rápido em lento e vice-versa. Vivemos um tempo na era da urgência onde tempo e velocidade são elementos fundamentais de nossa existência.

Coreógrafo: Airton Rodrigues
Música: Jhonta Austin
Figurino, cenário e iluminação: Airton Rodrigues
Ensaiador: Daniel Siqueira
Elenco: Airton Rodrigues e Patrícia Machado.

Laura Power Conceição
Uma discussão sobre a máscara, a identidade e o personagem situados num corpo. Um livre exercício bem humorado que mostra como as pressões da sociedade e da cultura engendra a identidade e os limites do indivíduo.

Coreógrafo: Cláudio Fontan
Música: Colagem musical (Lúcio Alves e Cyro Monteiro)
Figurino: Soraya Felício e Cláudio Fontan
Cenário: Cláudio Fontan
Iluminação: Daniel Siqueira e Cláudio Fontan
Ensaiador: Daniel Siqueira
Elenco: Alex Cajé e Juliane Englhardt.

Eureka
Eureka é a oportunidade de saciar uma curiosidade pessoal em ver outros corpos interpretando movimentos que vem de estímulos naturais e espontâneos de um corpo original. São movimentos breves. clickis, insights, estalos, conjugando movimento e musica em uma mesma idéia: a descoberta.

Coreógrafo: Diego Mejia
Música: Colagem musical
Figurino e cenário: Diego Mejia
Elenco: Juliane Englhardt, Patrícia Machado, Nina Monteiro e André Neri.

Entre 2
A natureza humana, desde os primórdios da existência luta com a dualidade inerente a ela: agir pela razão ou pela emoção? Como viver afinal, entre a razão e a emoção, sem que nosso interior seja o grande palco de um duelo sentimental entre essas duas guerreiras da alma, que confudem nossos sentidos e brincam com o tempo, criam e matam esperanças, desafiam a felicidade, julgam, absovem e condenam tantos outros sentimentos? Entre dois divide-se a alma e cada parte corre num círculo eterno sem nunca se tocar, apenas vislumbrando a outra, tentando se fundir, se completar.

Coreógrafo: Igor Vieira
Música: Metamorphoses two Philipe Glass
Figurino e iluminação: Igor Vieira
Elenco: Luciana Voloxki e Manuel Gomes.

Dois a dois
Dançar - executar só ou em conjunto com uma ou mais pessoas uma sucessão rítmica de passos e movimentos do corpo comumente ao compasso de música.
Mover-se ligeira e rapidamente para cima e para baixo ou ao redor.
Saltar, saltitar, girar sobre uma superfície, sobre a água ou ar. (Michaellis)

Coreógrafo: Jorge Schneider
Música: Time after time (Flying Pickets)
Figurino: criação coletiva
Iluminação: Cleverson Cavalheiro
Elenco: Soraya Felício, Simone Bönisch, Jorge Schneider e Ricardo Garanhani.

Vulto
Fração de algo que há um tempo consistente; material presente, agora apenas uma sensação. Um sentimento que perdura de um tempo passado, de algo que havíamos desejado.

Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Drumming by Number
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello
Elenco: Eleonora Greca e Rodrigo Mello.

Um olhar para o deserto
Obra coreográfica embasada na técnica do Jazz Dance.

Coreógrafo: Robson Schmoeller
Música: Colagem musical
Figurino, cenário e iluminação : Robson Schmoeller
Elenco: Daiane Camargo, Déborah Chibiaque, Luciana Voloxki, Nina Monteiro, Igor Vieira, Manuel Gomes e Eraldo Alves.



   16/09/2008 Programação setembro 2008
O Evangelho Segundo São Mateus
Dias: Dias 04 a 28 de setembro

Horário: Quinta à sábado às 20h e domingos às 19h

Ingressos: R$14,00 (inteira), R$7,00 (meia-entrada).
Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.

Postos de venda: Bilheteria do Teatro e Livrarias Curitiba (Shopping Estação)

Informações: 3304-7982

Classificação: Livre

Um grupo de atores que “interpretam” padeiros que, ao mesmo tempo em que fazem o pão, símbolo da vida e do nascimento, contam de forma bem humorada e poética a história da passagem de Jesus Cristo pela terra e, principalmente, a palavra dita por ele. É uma interpretação tão livre das parábolas de Jesus Cristo e seu significado, tanto quanto o próprio poema de Fernando Pessoa, uma livre observação de seu significado. No outro lado da ponte, um filho conta, suavemente, à sua mãe, sobre um Jesus Cristo feito de poesia, ao mesmo tempo em que busca explicar-lhe porque a palavra dita com verdade e sinceridade, pode ser tão transformadora como a ação.
Adaptação do próprio Evangelho de São Mateus e do “Oitavo Poema do Guardador de Rebanhos”, de Fernando Pessoa.

Texto e Direção: Edson Bueno
Iluminação: Beto Bruel
Cenografia: Gelson Amaral
Figurinos: Áldice Lopes
Sonoplastia: Marco Novack
Duração: 01h10m.



   06/08/2008 CHAMAMENTO PARA OCUPAÇÃO DO TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS

2º SEMESTRE/2008


RESULTADO DA SELEÇÃO DOS PROJETOS INSCRITOS


O Centro Cultural Teatro Guaíra-CCTG, faz saber aos interessados o resultado pertinente à seleção em tela, divulgando, por ordem de período, aqueles que foram contemplados:


Proponente

Espetáculo

Gênero




Período






Grupo Delírio Cia. de Teatro






"O Evangelho Segundo São Mateus"






adulto






02 a 28 de setembro






Antropofocus Produções Artísticas Ltda.






"Contos Proibidos de Antropofocus"






adulto






04 a 30 de novembro





O presente resultado decorre da decisão soberana da Comissão de Seleção, especialmente designada pela Diretoria desta instituição para tanto, integrada por Maria de Lourdes Rufalco, Diretora Artística; Gilberto Tuyuty Ferreira, Coordenador do espaço cênico em questão; Gilmarise Gulicz e Fabiana Reiner, assessoras da DIART/CCTG.

De acordo com o disposto no Edital de Ocupação, subitem "5.1", os proponentes dos espetáculos selecionados terão, impreterivelmente, até o dia 22 de agosto do corrente para formalizar o Contrato de Cessão de Auditório. Caso não compareçam até a data acima apontada, os contemplados perderão o direito de ocupação.

Os períodos de 07 a 26 de outubro (para crianças) e 30 de setembro a 26 de outubro (para adultos) ficam à disposição da Diretora Artística para eventual alocação.

Curitiba, 04 de agosto de 2008.


MARIA DE LOURDES RUFALCO

Diretora Artística

Fonte: Site Teatro Guaíra



   01/07/2008 O aniversário do Teatro José Maria Santos.
A abertura de uma exposição retrospectiva da história do espaço e da carreira do ator José Maria Santos e a inauguração de um telecentro, fruto de parceria com a Secretaria de Assuntos Estratégicos, nesta segunda-feira, 27 de junho, o Centro Cultural Teatro Guaíra comemorou os dez anos de reinauguração e programação ininterrupta do auditório Teatro José Maria Santos.

Com a presença de muitos integrantes da classe teatral, a Secretária da Cultura Vera Mussi, a Presidente do Teatro Guaíra, Marisa Vilella e a Sra. Ruth Santos, viúva do ator José Maria, descerraram uma placa em homenagem ao ator e também articulador das ações que levaram à inauguração do espaço original (Teatro da Classe).

O Centro Cultural Teatro Guaíra inaugurou na ocasião um telecentro que servirá ao público para pesquisas sobre as atividades do espaço, do Centro Cultural Teatro Guaíra e da área da cultura de um modo geral. Será possível também aos usuários e pesquisadores incluírem conteúdos relevantes relativos à área, com o objetivo de enriquecer as informações sobre o assunto e disponibilizar a maior quantidade possível de material que facilite as ações de todos aqueles ligados ao meio.

Ao mesmo tempo foi aberta uma exposição sobre a história do Teatro José Maria Santos e a carreira do ator que dá nome ao espaço. São fotografias de várias épocas e troféus ganhos pelo ator ao longo de sua carreira. Dentre esses troféus será possível ao público ver o principal prêmio do cinema brasileiro, o “Quiquito”, vencido por José Maria Santos como melhor ator coadjuvante com o filme “Aleluia Gretchen”, em 1977. Após a inauguração do telecentro e a abertura da exposição foi apresentada a peça “Lá”, de Sérgio Jockymann, com o ator Marco Zeni, direção de Mauricio Vogue. Este monólogo foi representado pelo ator José Maria Santos por mais de 1800 vezes, constituindo-se no grande marco de sua carreira.

Atualmente, como parte do complexo de auditórios do Centro Cultural Teatro Guaíra, o Teatro José Maria Santos apresenta uma programação centrada principalmente em espetáculos paranaenses, além de servir à classe teatral abrigando as provas públicas para habilitação de atores e atrizes, realizadas pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões no Estado do Paraná (SATED) e dos cursos de Interpretação e Direção da Faculdade de Artes do Paraná.

O auditório, que tem capacidade para abrigar 177 espectadores e um palco de 85 metros quadrados, nos últimos dez anos apresentou 2.125 espetáculos, para um público estimado em cento e quarenta mil pessoas.

O prédio construído entre 1885 e 1890, foi um dos marcos no processo de industrialização do Paraná. No final do século XIX serviu à fábrica de malhas e confecções da família Hoffman, que funcionou até 1956. Em 1970 passou a ser a sede das instalações ampliadas da Malharia Curitibana, que ali permaneceu até o final dos anos 70.

Parcialmente destruído por um incêndio em 1980, o prédio passou por uma série de reformas para sediar a Fábrica do Samba, com a finalidade de apresentar shows musicais, encontros debates e ensaios e serviu ao comando do carnaval curitibano em 1981 e 1982.

Num esforço de dezenas de profissionais da classe artística, liderados por José Maria Santos, em 1982 o espaço passou a ser o Teatro da Classe, inaugurado no mesmo ano com o espetáculo “A Reputação dos Quatro Bicos”, de Luiz Groff, produzido e protagonizado pelo próprio José Maria. Como Teatro da Classe, funcionou até 1986, quando então foi arrendado por um grupo de artistas e técnicos que ali criou o Teatro Treze de Maio. No ano seguinte, o prédio quase foi destruído, por determinação de seus proprietários, que foram impedidos a tempo.

Um ano depois a Secretaria de Estado da Cultura tombou o imóvel, tornando-o Patrimônio Histórico do Estado.

Em 11 de setembro de 1991 a Assembléia Legislativa do Estado denominou o espaço cultural como Teatro José Maria Santos, numa justa homenagem ao grande ator e produtor paranaense.

Sete anos se passaram entre o projeto de reforma e a conclusão das obras, até que em 27 de junho de 1998 o espaço era reinaugurado com a peça “SEROC – Um Mundo de Cara Nova”, da Cia. Arco de Pipa.
Bia Lanza - Editora do Blog

Fonte: Site Teatro Guaíra



Yara Sarmento
   17/06/2010 Yara Sarmento recebe homenagens do Teatro Guaíra

YaraNo dia 14 de junho último, Yara Sarmento, uma das figuras mais destacadas da classe artística do Paraná, foi homenageada pela Diretoria e funcionários do Centro Cultural Teatro Guaíra. Uma placa foi descerrada no Auditório Salvador de Ferrante destacando o pioneirismo da atriz no na televisão, no teatro e na militância pela área artístico-cultural no Paraná. Muito estimada entre os colegas, Yara assistiu em seguida a uma apresentação de bailarinos no Balé Teatro Guaira e do G2 Cia de Dança, no Guairão.

Yara Sarmento, nascida em 7 de junho de 1940, é natural de Antonina, onde viveu até 1950, quando veio residir definitivamente em Curitiba.

A televisão engatinhava no Paraná, no início da década de 60, e Yara era uma das principais figuras Yarados programas locais. Mulher de beleza ímpar, se apresentava como bailarina, atriz e garota propaganda. Dentre os muitos programas dos quais participou estão “Postais de Opereta”, na TV Paranaense, dirigido por Cícero Camargo de Oliveira. Estreou como atriz na TV Paraná no programa “Colégio de Brotos”, dirigido por Sinval Martins. Trabalhou no programa semanal “Teatro de Equipe”, dirigido por Glauco Flores de Sá Britto. Ao lado de outros grandes nomes do teatro local, à época, como Lala Schneider, Claudete Barone, Irene Moraes, Aristeu Berger, Joel de Oliveira e Luiz Hilário.

Em 1964, foi para o Rio de Janeiro e participou como atriz de teleteatros da TV Tupi. No início das atividades da TV Globo participou dos programas “Festa em Casa”; “4 no Teatro”; “Presença”; “Capitão Furacão”; “Quando a Vida É Uma Canção” e integrou o elenco das novelas: “Rosinha do Sobrado”; “A Moreninha” e “Padre Tião” sob a direção de Graça Melo, e de “Um Rosto de Mulher”, direção de Sérgio Britto. Ainda na TV Globo apresentou o noticiário “Tele-Jornal da 1:00 Hora”.

YaraNo teatro, Yara integrou os elencos de “Flor de Cactus”, no Teatro Copacabana “Onde Canta O Sabiá”, no Teatro do Rio, sob a direção de Luiz Afonso Grisolli. Este foi o primeiro espetáculo “pop” do Brasil, estrelado por Marília Pêra e Gracindo Júnior.

A convite de Carlos Machado fez parte do elenco da revista musical “Carlos Machado’s Holliday”, na Boate Fred’s, ao lado de Irene Ravache, Cláudia Martins, Sueli Franco, Rossana Ghessa, Ari Fontoura e Hugo Sandes.

Fez dublagens para filmes de televisão e de cinema nos estúdios Herbert Richers e Peri Filmes.

Em São Paulo, a partir de 1967, fez parte do elenco do teleteatro “Processo 68. No teatro, atuou nas peças “Receita de Vinícius”, direção de Sady Cabral, no Teatro das Nações, e “A Raposa e as Uvas”, direção de Nydia Lícia, no Teatro Bela Vista e em temporada popular, nos espaços cênicos dos bairros paulistas.

Voltando a Curitiba, participou como atriz em “Via Crucis”, direção de Oraci Gemba.

YaraYara Sarmento foi diretora do Grupo Momento de Teatro, criado juntamente com Gemba e Angela Wogel. O grupo montou peças de muito sucesso no teatro local: “Electra”; “Marat-Sade”; “Maria Bueno”; “A Casa de Bernarda Alba”; “O Cerco da Lapa”; “Carla, Gigi e Margot”; “Momento de Natal”; “Auto de Natal” e o show “Funeral para Um Rei Negro” (1975), com Lápis e Evanira. Todos os espetáculos dirigidos por Gemba.

Integrou, também, o elenco da produção do Teatro de Comédia do Paraná - TCP, da então Fundação Teatro Guaíra - FTG, “A Torre em Concurso”, sob a direção de Gemba - 1976.

Advogada, formada pela Universidade Federal do Paraná, Yara foi uma das pessoas que mais atuou pela organização da classe artística e pela regulamentação das profissões a ela ligadas. Participou da equipe paranaense que elaborou o ante-projeto da Lei 6.533/1978, a qual regulamenta a Profissão de Artista e Técnico em Espetáculos de Diversões.

É uma das fundadoras do SATED – Sindicatro de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado do Paraná.

Uma das idealizadoras e fundadoras do Troféu Gralha Azul, a própria Yara foi agraciada com o prêmio de melhor atriz em 1977, com a peça “Carla, Gigi e Margot. No ano seguinte, recebeu o mesmo Troféu de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho na peça dirigida por Roberto Menghini "Cinderela do Petróleo.

Os jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná concederam-lhe em 1978, o Diploma de Melhor do Ano/1977 como Melhor Atriz de Teleteatro.

Na edição 1985/1986, Yara Sarmento recebeu Menção Honrosa pela criação do Troféu Gralha Azul. Na edição 1988/1989, voltou a ser homenageada com o Troféu pela Fundação Teatro Guaíra - hoje, Centro Cultural Teatro Guaíra - CCTG - e pela classe artística paranaense, pelo trabalho que desenvolveu em Brasília junto à Assembléia Nacional Constituinte, em favor das Artes e da Cultura Brasileiras. Nesse trabalho, representou as entidades nacionais de artistas, técnicos e produtores em espetáculos de diversões.

Em 1991, a Câmara Municipal de Curitiba concedeu-lhe Diploma de Reconhecimento por sua atuação em favor da área cultural.

YaraFoi Diretora Artística da então Fundação Teatro Guaíra na gestão de Oraci Gemba, no período de novembro de 1983 a maio de 1985.

Deixando o cargo de Diretora, Yara continuou atuando na Assessoria da Diretoria Artística do CCTG, lugar que só deixou a semana passada, com sua aposentadoria.

Pessoa extremamente afável, a par da profissional de vastíssimo currículo e realizações, Yara é unanimidade entre seus colegas como amiga e apoiadora.

Por isso, as homenagens todas que recebe no momento.

Fonte: Site do Teatro Guaíra, em 16.06.2010



   16/12/2009
Minhas amigas
Meus amigos

O material constante deste Blog, editado por Bia Lanza em 2007, integra agora nosso Livro Digital "Na Espuma das Ondas", lançado em novembro de 2009.

Bia Lanza (editora) e Yara no lançamento do Blog "Sobre e Para Yara Sarmento"
Centro Cultural Teatro Guaíra. Curitiba - 2007
 (o brinde é com suco de laranja).


Vitória, Yara e Bia,  no lançamento do Livro Digital em novembro de 2009.

Coordenação e Edição do Projeto: Beatriz Barreto Brasileiro Lanza.
Assessoria e Promoção: Vitória Arabela Sahão.
Apresentação Final do Livro Digital: Invente Comunicação (Frederico e Cristiano).

Além dos referidos textos revisados, incluimos no livro monólogos; monólogo com narração; conto para ser dramatizado; peça teatral; roteiro/texto para curta-metragem ou teleteatro; histórico; crônicas e depoimentos.

Também, como no material que constava neste Blog, incluimos fotos.

A música de abertura do Livro Digital é  o Prelúdio da Ópera "Tristão e Isolda" de Richard Wagner, com a Philharnonia Orchestra, regência de Otto Klemperer.

Se você tiver interesse em ler o Livro Digital, acesse-o em Na Espuma das Ondas.

Este Blog, na sequeência, registra os comentários que recebemos até o momento sobre o livro em questão.



   16/12/2009 Pedido de desculpas
No referido Livro Digital cometi um esquecimento imperdoável.
Mesmo assim, peço desculpas à Sílvia Monteiro e Luiz Carlos Pazello.
Não os citei no rol de homenageados constante do livro em questão.
Os anos não passam impunemente.
Quero dizer que os dois são pessoas por quem tenho afeto e respeito.
Profissionais que admiro pelo talento, pela capacidade e pela seriedade com a qual dedicam-se ao ofício teatral.
Yara
dezembro de 2009



   16/12/2009 Comentários dos amigos ao Livro Digital.
EMANUEL MARTINEZ
Olá minha querida Yara. Desde já e antecipadamente quero te parabenizar pelo livro digital. Já folheei algumas páginas e achei magnífico. Meus parabéns pela iniciativa. Muita luz, vida e saúde é o que te desejo. Não estou mais no TG, mas fico feliz em saber sobre você. Beijos

SALETE CERCAL
Queridíssima Com certeza lerei suas escrivinhações, com muito amor, admiração e vontade de ouvi-lá em sonoras palavras... Depois marcamos um jantar descontraído para conversar sobre, o que acha?
Bjo no coração e parabéns pelo trabalho.

ELISA GONÇALVES MARTINS
Maravilha....estou absolutamente grata por poder desfrutar da erudição e do talento da Yara, compartilho com ela e com a Bia este forte momento de felicidade.....parabéns Yara por nos presentear com suas escrivinhações . Parabéns e obrigada Bia pelo trabalho e pela dedicação em transformar as talentosas idéias e ricas vivências da Yara nesse belo depoimento........ Obrigada Yara, beijos, abraços e a admiração de sempre Com carinho.

ENÉAS LOUR
Yara!!!! Folheei (e com que prazer! ) todas as 231 páginas do seu livro encantado! Ainda não li tudo, mas, lerei! Cada palavra de todas as suas "escrivinhações" (algumas delas eu já li antes, em nossas animadas noites com as “Deliciosas Cênicas”) ... Ando me emocionando demais ultimamente e, quando vi, estava chorando ao ler o seu livro digital. Chorei, de feliz, ao ver você ali, se expondo sem medo, com sua eterna e jovial coragem de sempre. Dizendo tudo e mais um pouco, com a propriedade firme e costumeira. Chorei, de feliz, ao nos ver, a mim, aos nossos amigos e tantos outras pessoas dizendo o quanto a admiram; o quanto você foi e é importante para tanta gente! Yara, você é, realmente, uma pessoa muito especial! Grande, grande, grande, beijo do seu admirador e amigo eterno.

EDUARDO BÓ NASCIMENTO
Adorei...e somente dei umas folheadas. mas senti a presença da nossa historia. Parabéns! Tomei a liberdade e coloquei seu livro no blog. também esta linkado para possíveis consulta. Abraço.

MARLY GARCIA CORREIA
Yarinha, querida. Em primeiro lugar PARABÉNS pelo livro digital. Muito lindo, rico em ilustrações e repleto de boa literatura. Recebi teu e-mail hoje as 20 horas. É claro que ainda não li tudo mas, curiosa, folheei as duzentas e tantas páginas de bom gosto e belíssima formatação. Estendo meus cumprimentos a Beatriz Lanza e toda a equipe de trabalho. Valeu o esforço, minha amiga. O Paraná acaba de receber um belíssimo documento para a nossa história que nos enche de orgulho e admiração enorme por você. Agradeço em especial as referências sobre mim. Foi uma espetacular volta ao nosso passado. Obrigada por tão linda viagem. Beijos carinhosos Yarinha, mais feliz fico eu de ser tua amiga. Como poderia deixar de acessar uma obra tão valiosa? Nós iremos trocar idéias ao longo do caminho Beijos e saudades.

BEATRIZ GESSNER
QueridaYara!
Parabéns minha amiga, chegou teu livro!!!Belíssimo exemplar que já visualizei e achei- o lindo e com muita sensibilidade. Aliás, como tudo o que você faz, este também foi feito com zêlo, capricho e seriedade. Enviarei novas opiniões à medida em que for adentrando nestas páginas repletas de tão ricas informações.Um beijo com muita admiração. Que lindo livro Yarinha!! PARABÉNS, PARABÉNS, PARABÉNS!!!
Bjo

Oi Bia! Quero te parabenizar pelo excelente serviço de formatação da revista da Yara Sarmento. Tudo muito bem feito, muito bem diagramado, layout bem profissional, as páginas rolam "bonitinho", enfim, estou encantada!!! Tanto com o conteúdo do trabalho da Yara, como com o teu trabalho sério e que demonstra maturidade, seriedade e profissionalismo. Um abraço com afeto e muita admiração.

EDSON BUENO
Hei Yara! Parabéns pelo livro. Li, por enquanto, só um pouco dele. Mas é pra se ficar folheando e procurando palavras e histórias. Parabéns! É importante e faz bem ao coração acompanhar a trajetória de arte, ideias e ações da qual você faz parte e que ali, pelas rabeiras, a gente vai entrando de fininho. Parabéns! A Fernanda Montenegro disse uma vez que a importância de olhar para trás é para o reconhecimento do que se fez e da consequência que nossas ações provocaram no presente. Orgulhe-se das suas! Não é possível acertar sempre e as dúvidas e incertezas sempre nos acompanham. Assim é a vida. Mas acertar muito, como é o teu caso, é possível. E isso é um exemplo. Parabéns Yara! É um livro feliz, sincero e belo. Beijo.

ORALICE SILVA
Querida Yara, é maravilloso todo lo que haces e ojala venga a visitarnos pronto, o vaiamos para que nos invite a rica costela da outra vez. Un grande beijo, e todo el cariño desde aqui.,

MONICA RISCHBIETER
Yara querida e amada, adorei o seu livro!!!!! Vc está muito moderna! Beijossssss.

CHICO NOGUEIRA
Yara, querida, vou ler o seu livro, com certeza! Neste momento, final de ano, estou um pouco atrapalhado com mil coisas, etc. e tal. Mas, assim que possível, vou ler e depois comento com você. Um beijo grande e sucesso - sempre!!!!

MARISA VILELLA
Yara
O projeto é ótimo, uma grande sacada nesses tempos de falta de patrocínio. Parabéns pelo livro digital!
Vou lê-lo com vagar e com toda a calma, para "degustar" página por página como ele merece.
Beijo.

THADEU PERONNE
Minha querida, que MARAVILHA ISSO, estou na estrada, mas quando voltar pra Curitiba, tirarei um tempinho pra ler tudo, beijos, sucesso, nós amamos vc. OBRIGADO POR TUDO QUE TEM FEITO POR NÓS!!!

JOSÉ PLÍNIO TAQUES MARTIN
Queridíssima Yara, ficou lindo. Parabéns! Inacreditável que a Fundação Cultural de Curitiba não aprovou o projeto do seu livro. Mais uma grande figura injustiçada.
Que lindo Yara. Blog e livro. Lembro-me quando te conheci em Via Crucis em 1972 e você sempre carinhosa com todos. Belo momento do nosso teatro e início de nossa amizade, que muito me orgulha. Pretendo lançar a ideia de que, em homenagem a toda sua trajetória, haja uma produção oficial do Guaíra de um texto escolhido e protagonizado por você. Beijos.

ANA MARIA HLADCZUK
Yara, minha querida. Parabéns pela preciosidade. Vai ser uma viagem pelo seu coração. Muito obrigada pelo carinho. Grande abraço.

LAERCIO RUFFA
Yara, Obrigado por enviar-me seu Livro Digital. Vou lê-lo com carinho e depois tecerei meus comentários...rsrs Parabéns!!! Que negócio é este de reta final???????????? Tem muito pela frente, garota!!! Beijão.

HELIOMAR DUTRA
Grande Yara:
Com muita felicidade recebi seu livro digital, ao mesmo tempo em que, com muita tristeza pude me deparar com o fato de que seu livro não foi aprovado pela Lei de Incentivo. Mas você, Assessora como eu, sabe nossos limites, nossa condição perante uma estrutura toda. Gostaria, de coração, poder ajudar pessoas como você que "são a mudança que se quer ver no mundo", como diria Mahatma Gandhi. Mas saiba que para mim, sua grandeza transcende qualquer obra. Aliás, você insculpiu sua vida como uma grande obra! O exemplo disso é de que sequer a reprovação de um projeto a impediu de tornar públicas estas páginas escritas com as quais, em determinados momentos, muito me identifiquei. Adorei!
Estou com saudades e espero em breve podermos almoçar juntos, dividir opiniões e a vida. E voltando a Gandhi, posso afirmar que você encontrou a felicidade, pois: "Felicidade é quando o que você pensa, o que diz e o que faz estão em harmonia".
Grande beijo, Helinho.

CESAR ALMEIDA
Querida Yara, Com certeza lerei seu livro, com o maior prazer. Depois te conto o que achei. Beijo grande.

MARILU SILVEIRA
Yara, amiga. Estou lendo o seu livro. Parabéns pelo trabalho. Conteúdo e forma em pleno acordo, o que significa ser o resultado de um projeto bem pensado, organizado e articulado.
E com riqueza de material fotográfico. Há muita informação e requer leitura detalhada. O que faço, com prazer e interesse. Beijos.

MARIA DE LOURDES MONTENEGRO HOLZMANN
Yara amiga querida, recebi seu livro, o que não tive foi tempo para folheá-lo, estou em plena organização do 8º Evento Gastronômico da LAPAMUNDI que será dia 05 de dezembro no Circulo Militar. Você sabe como são essas coisas, muita gente para dar palpite e poucos para trabalhar. Se não bastasse sou Bahá í e tem tido atividade aos montões na Sede. Se Deus quiser , e ele quer, na próxima semana finalmente vou ler suas "escrivinhações" que devem ser formidáveis.
Beijos carinhosos.

REINALDO BESSA
Prezada Yara, sou eu que agradeço a citação do meu nome em seu livro, que já comecei a ler. Realmente sua mãe foi uma das mulheres mais marcantes que conheci até hoje e lamento que nenhum político tenha se lembrado de homenageá-la dando seu nome a uma rua importante ou a algum hospital ou logradouro. Quanto ao Salton, nova patrocinadora do meu programa, fico feliz que todos tenham apreciado. Parabéns pelo lançamento do livro. Um forte abraço.

FREDERICO E CRISTIANO – INVENTE COMUNICAÇÃO
Yara e Beatriz. Que bom que gostaram do trabalho de apresentação do livro.
Estamos felizes com o reconhecimento de vocês Esse é o fator principal que nos estimula. Abraço.

EDLAMAR ZANQUETIN
Querida Yara, veio pra nós apenas uma página, mas o teu sorriso, a sua alegria, na foto, já nos deixou feliz. Ainda não pude ler, faltou me páginas, mas todos, inclusive a mãe, ficamos extremamente felizes por você. Parabéns, de coração mesmo, pois sabe que nós a adoramos. Se houver possibilidades, encaminhe inteiro pra mim.Enviarei e divulgarei tanto no Congresso Federal o livro de minha mestra e grande amiga, como divulgarei ao nosso público, que sempre é muito seleto. Minha grande amiga, envio meu coração para que chegue com a amizade e carinho que tenho por você. Obs: Pegou me de surpresa a sua idade. Eu jamais imaginaria que tem 69 anos. Senti-me um tanto traída, pois sempre a vejo como uma guerreira jovem e cheia de entusiasmo, sentimentos que por certo é específico da juventude. Yara de Moraes Sarmento, que belo exemplo de entusiasmo, de coragem e de vida que nos dá. Um milhão de beijos, da família Zanquettin e de seus amigos do Circo Zanchettini. A mãe está fascinada e deseja o sucesso merecido. Abraços emocionados.

MARIALDA GONÇALVES PEREIRA Querida, para mim foi uma honra participar de um momento tão especial da tua vida. Sinto-me orgulhosa. Também fiquei feliz com esta reaproximação entre nós. beijos e sucesso.

DÉBORA TADRA Vou desfrutar das suas escrivinhações, sim...
Obrigada pela sua atenção e pela felicitação do meu aniversário.
Grande abraço.

VIVIANNE BELTRÃO
Oi Yarinha querida do meu coração...já estou lendo e adorando o teu livro. Vai demorar um pouco pra acabar pq gosto de ler na cama e este monitor é muito pesado (não tenho laptop).....kkkkk
Tô com saudades de vc, das farras e dos papos....
Bjs

RONALD CATARINO
Yara, Mais uma oportunidade destas em que fica evidente que existem anjos para a realização de obras maravilhosas como esta. A Vitória e a Bia não por acaso tornaram possível esta homenagem, a uma pessoa sempre merecedora de admiração e respeito e que as qualidades mencionadas individualmente por amigos e colegas contam sempre com a aprovação imediata de quem as ouve.

CAMILA FIORILLO FERNANDES
Oi Yara, Adorei, muito bom!!!
bjs.

DHEVOLA
Oi madrinha tudo bem?Muito Obrigada por ter mandando o livro, já comecei a ler, e tenho certeza que será um sucesso.Mil beijos com carinho.

DIRCE LENY MASSOLIN PACHECO
Querida Yara, Há cinco horas que estou lendo seu livro!!! Estou vivendo momentos contraditórios, ao lhe conhecer melhor. Ora você me deixa alegre, ora triste, porque sofro com seu sofrimento! A maioria das vezes, você é altaneira, corajosa, enfrenta tudo e todos... de repente cai num desânimo e tristeza, parece não achar mais aquelas soluções retumbantes e corajosas, de outras situações. Estou presa à leitura dessa vivência maravilhosa. Ao mesmo tempo em que se contrapõe corajosamente àqueles malfeitores da humanidade, você docemente luta e acolhe as pessoas,num papel de anjo protetor!!! Yara, é lindo conhecer sua história, sua vida, seu comportamento meigo, agressivo, feliz, sofredor. Culta, participante , atenta a tudo que ocorre de certo e de errado...corajosa, respeitosa com quem merece, mas contundente com os que agridem e não respeitam as pessoas e com aqueles que usurpam da sua autoridade!! Muito falta ainda para eu ler. Ficaria a noite inteira, não fosse ter compromissos amanhã. Foram horas que não senti passar e que me fizeram refletir muito e lembrar de muitas semelhanças vividas na minha vida profissional. A aridez da vida nas artes é a mesma que vivemos na área prisional! Tudo é um paradoxo!!! Yara, parabéns, um beijo. Ainda bem que podemos contar com a fidelidade de Deus, só Ele poderá manter nossa esperança de justiça!!!

CAUÊ
Bravo Yara!
Obrigado, estarei lendo.
Beijo.

LILIAN TORRES
Foi com misto de orgulho e saudades o que senti quando da leitura do teu livro. Orgulho de saber que as pessoas, sejam ou não da área da cultura, escrevem sobre você e sua trajetória como atriz, pessoa e militante. Orgulho de saber que as pessoas dão à você o prestigio que merece. A imagem que criei não é diferente do que as pessoas escreveram : Integridade, honestidade ,personalidade marcante, carisma, competência e excelência em tudo que fez e faz. Saudades dos tempos de balé espanhol onde você foi minha musa , e em tempos que fiz minha mãe mandar confeccionar vestido e comprar castanholas para em meu quarto ficar horas dançando "igual" a você em frente ao espelho. Saudades das tardes chuvosas em Antonina onde, na casa da tia Luizinha você e Maria Alice desarrumavam a sala para que eu desfilasse e no sonho de criança me sentir a Top Model, aos aplausos de todos e assovios entusiasmados do tio Mário (o meu tio querido) Yara, obrigado pelo carinho em todos estes anos com a minha mãe Dulla. Yara, obrigado pelo carinho . ORGULHO!! Sua prima.

MARIA VITORIA
Yara, a Lu me enviou seu livro digital. Ainda não consegui ler por inteiro, mas, com certeza, vou fazê-lo. Li alguns trechos, me emocionei ao ver sua foto com a mamãe e observar a felicidade dela ao seu lado. Parabéns!
Em tempo, obrigada mais uma vez pelo seu carinho por mamãe.

VERA ANDRADE
Yara querida amiga.
Vou ler seu livro. Parabéns pelo trabalho. Vou falar com Lea para nos vermos ainda este ano. Beijos.

LORACI SETRAGNI
“Na Espuma das Ondas”, me emocionou, me comoveu, me divertiu, me surpreendeu, me alegrou.
Obrigada pela sua deferência em permitir que eu lesse sobre sua história, ainda por me citar no livro.
Obrigada querida amiga.

DIOGO CAVAZOTTI
O site está ótimo e o livro mais ainda. Vocês estão de parabéns!!! A Fundação deveria voltar atrás e imprimir o material. As histórias da Yara são incríveis.
Bjos.

RAQUEL RIZZO
Yara, você está cada vez mais chique!
Que feliz...
Parabéns. Ainda não li, acabo de ver. Mas com certeza vou ler.
Beijos, com carinho.

ANDRÉ CARRARO
Li o compêndio da sua vida , bem vivida, florida. De belas emanações do passado remoto e recente.
Homens e mulheres = descendências. Saudades.
O helênico e o romano. Jesus.
Seu afeto por nós. Histórias e estórias. Contos e crônicas da nossa terrinha amada.
Que o doce Rabi da Galileia continue a iluminar seu espírito.
Nosso carinho, muito especial, por você.

ELOÁ TEIXEIRA
Além de nos lembar de sua trajetória profissional, expõe sua vida, suas opiniões, com firmeza.
Você é uma mulher corajosa. Gostei muito de tudo.



   27/11/2009 Jornal de Londrina - Blog da Ana Marta
Na Espuma das Ondas

Yara de Moraes Sarmento, advogada e atriz, um dos principais nomes na área do teatro e cinema na década de 60 e 70, lançou em Curitiba seu livro digital "Na Espuma das Ondas". O lançamento aconteceu para um pequeno grupo de amigos e apoiadores deste projeto na loja Lotte Objeto Selecionados, de Eleuthério Netto e Elizeu Portugal. O livro foi coordenado pela londrinense Vitoria Sahão e Beatriz Lanza, e desenvolvido pela Invente Comunicação Web Design,que, em suas 231 páginas e 80 fotos, traz entrevistas,contos, peças de teatro e depoimentos. São registros memoráveis, narrados e protagonizados por Yara Sarmento em momentos célebres e de vanguarda na dramaturgia brasileira junto com Ary Fontoura, Marília Pera, Irene Ravache, Leila Diniz, Gracindo Junior, Oraci Gemba, entre outros. Hoje, Yara é assessora da direção artística do Teatro Guaíra e continua militante nas questões culturais.


Vitória Sahão, Yara de Moraes Sarmento e Bia Lanza


Fonte: Blog da Ana Marta - JL



   20/11/2009 Revista Caras Sul - Yara Sarmento: livro virtual

Em Curitiba, atriz paranaense Yara Sarmento lança livro.

Eleuthério Netto, Eliseu Portugal, Yara Sarmento, Vitória Sahão e Beatriz Lanza

A atriz Yara Sarmento, um dos principais nomes paranaense na área de teatro e cinema nas décadas de 60 e 70, lançou para um pequeno grupo na Lotte Objetos Selecionados, em Curitiba, o livro virtual intitulado Na Espuma das Ondas.

O material com 231 páginas e 80 fotos traz entrevistas, contos, peças de teatro e muito da história de Yara Sarmento, que protagonizou vários momentos célebres da dramaturgia brasileira junto com Marília Pêra, Leila Diniz,Gracindo Jr., Oraci Gembra, entre outros.

Foto: Daniel Sorrentino



   19/11/2009 Na Espuma das Ondas em versão para impressão (pdf)

Na Espuma das Ondas
©2009

"Yara Sarmento apresenta monólogos, monólogo com narrarrão, peça teatral, roteiro/texto para curta-metragem ou teleteatro, conto para ser dramatizado, histórico, crônicas, entrevistas e depoimentos."

Mais sobre a atriz Yara Sarmento, importante nome paranaense, na área de teatro e cinema nas décadas de 60 e 70, e este livro em outro formato, em Yara Sarmento - Revista eletrônica sobre e para Yara Sarmento, mantido por Beatriz Barreto Brasileiro Lanza.




Scribd:



   17/11/2009 Reinaldo Bessa

A atriz Yara Sarmento (de azul), um dos principais nomes do teatro paranaense, lançou no começo da semana seu livro Na Espuma das Ondas, por ora disponível apenas no meio virtual. Desenvolvido pela Invente Comunicação Web e Design, o livro foi coordenado por Vitória Sahão e Beatriz Lanza (ambas à dir.). O lançamento foi na loja Lotte Objetos Selecionados, de Eleutherio Netto e Eliseu Portugal (à esq.)

Fonte: Reinaldo Bessa - Gazeta do Povo, Foto:Daniel Sorrentino



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