Artes Visuais

Alfredo Andersen

Alfredo Emílio Andersen foi considerado o mais importante pintor estrangeiro residente no Brasil em sua época. Ele nasceu em Kristiansand, sul da Noruega, dia 3 de novembro de 1860, filho do Capitão da Marinha Mercante Tobias Andersen e de Hanna Carine Andersen.

Aos treze anos pintou aquela que se supõe seja a sua primeira tela, intitulada "Akt". Entre 1874 a 1877 estudou com Wilhelm Krogh, conhecido pintor na Noruega, que considerava seu pupilo um jovem de excepcional talento. Com dezoito anos mudou-se para a Dinamarca. Sua carreira, a partir de então, alcança rápida progressão, passando o artista a exercer atividades não só de pintor, como de cenógrafo e decorador.

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Michelangelo [Continuação]

A seguir são abordadas em mais detalhe as várias técnicas a que se dedicou, mas dada a quantidade de suas obras, apenas as mais importantes serão citadas.

Escultura

Michelangelo via a si mesmo acima de tudo como um escultor. Participou do debate teórico da época sobre qual das artes seria a mais nobre, a chamada questão do paragone, e se posicionou do lado dos escultores. Em uma carta escrita para Benedetto Varchi disse:

        "Creio que a pintura só atinge sua excelência na medida em que se aproxima dos efeitos do relevo, enquanto que um relevo é considerado pobre quando se aproxima do caráter da pintura. Costumo pensar que a escultura é o farol da pintura, e que entre ambas existe a mesma diferença que há entre o sol e a lua. Contudo, também considero ambas em essência a mesma coisa, na medida em que ambas procedem da mesma faculdade, e daí que é fácil estabelecer entre elas a harmonia e encerrar as disputas, que gastam mais de nosso tempo do que produzir as figuras em si. Sobre aquele homem (Leonardo da Vinci) que escreveu dizendo que a pintura é mais nobre que a escultura, acho que minha empregada sabe mais do que ele."

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Michelangelo

Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (Caprese, 6 de Março de 1475 — Roma, 18 de Fevereiro de 1564), mais conhecido simplesmente como Michelangelo, foi um pintor, escultor, poeta e arquiteto italiano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente.

Ele desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram seus grandes mecenas, a família Medici de Florença, e vários papas romanos. Iniciou-se como aprendiz dos irmãos Davide e Domenico Ghirlandaio em Florença. Tendo seu talento logo reconhecido, tornou-se um protegido dos Medici, para quem realizou várias obras. Depois fixou-se em Roma, onde deixou a maior parte de suas obras mais representativas. Sua carreira se desenvolveu na transição do Renascimento para o Maneirismo, e seu estilo sintetizou influências da arte da Antiguidade clássica, do primeiro Renascimento, dos ideais do Humanismo  e do Neoplatonismo, centrado na representação da figura humana e em especial no nu masculino, que

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Aldemir Martins 1968 a 2000

1968

Prêmio Internacional de Melhor Desenhista, dado por um juri de Críticos Europeus encarregado de analisar a retrospectiva das Bienais de Veneza entre 1946 e 1966, na "Galerie Rive Gauche", Roma e Paris. Prêmio Ampulheta pela participação no Calendário Pirelli com o tema "50 Anos de Samba".
Exposições coletivas: "Exposição Internacional de Gravura" na Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo. "Retrospectiva Didática do Grupo dos 19" na Galeria de Arte do Instituto de Idiomas Yazigi em São Paulo. "NUGRASP" no Núcleo de Gravadores de São Paulo.
Integra o grupo de artistas que desenha o "Calendário Pirelli". Lança o álbum "Sete Xilogravuras de Aldemir Martins" (em cores, 50 exemplares), Edição Emanoel Araújo, Salvador, Bahia. Ilustra a 27a. edição de "Os Sertões" de Euclides da Cunha, Editora Francisco Alves, São Paulo. Desenha o Selo Comemorativo da X Bienal de São Paulo "O Peixe".

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Aldemir Martins 1922 a 1967

Aldemir Martins (Ingazeira, 8 de novembro de 1922 — São Paulo, 6 de fevereiro de 2006), foi um artista plástico brasileiro, ilustrador, pintor e escultor  autodidata, de grande renome e fama no país e exterior.
No Ceará, participou do Grupo Artys e da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP), cuja atividade estava voltada para a renovação modernista no estado, juntamente com Antônio Bandeira, Inimá de Paula, Mário Barata, Barbosa Leite, João Siqueira, Luís Delfino, Raimundo Campos e Zenon Barreto entre outros. Em 1946, mudou-se para São Paulo.
Sempre se dedicou a temas relativos ao nordeste brasileiro que, em geral, foi tratado de maneira estilizada e lírica. Em 1950, fez o curso de gravuras do Museu de Arte de São Paulo. Também nessa época sua produção retratava o nordeste, porém de forma severa e dramática.


Fez desenhos em nanquim que serviram para estampar objetos e tecidos de decoração.

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Albrecht Dürer

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Albrecht Dürer (Nuremberga, 21 de maio de 1471 — Nuremberga, 6 de abril de 1528) foi um gravador, pintor e ilustrador alemão. Dürer era filho de um ourives de origem húngara, tendo morado duas vezes na Itália quando adulto. Em 1512, foi nomeado pintor de corte de Maximiliano I da Germânia. Em 1520, depois da morte do imperador, partiu para os Países Baixos, visitou muitas das cidades do norte e conheceu pintores e homens de letras, entre os quais Erasmo de Roterdão. Nos últimos anos da sua vida, em Nuremberga, trabalhou em tratados teóricos, pois seus interesses, no espírito humanista do Renascimento, abrangiam muitos campos: a matemática, a geografia, a arquitectura, a geometria e a fortificação.

Juventude

Terceiro dos dezoito filhos de um ourives do mesmo nome, que seguiria a profissão do pai, não tivesse demonstrado enorme talento quando

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Akseli Gallen-Kallela

Akseli Gallen-Kallela (Pori, 26 de abril de 1865 – Estocolmo, 7 de março de 1931) foi um pintor finlandês, mais conhecido por suas pinturas do épico Kalevala.

Kalevala é o nome da epopéia nacional da Finlândia, escrita/compilada por Elias Lönnrot. Para a escrever, Lönnrot reuniu uma extensa colecção de antigas canções populares que permaneceram vivas na tradição oral das populações finlandesas, sobretudo no distrito de Arcanjo na Carélia. O grande feito de Lönnrot foi conseguir costurar todas estas canções tradicionais numa única narrativa épica de considerável consistência. Para o efeito usou livremente trechos das canções recolhidas e acrescentou alguns versos da sua própria autoria (cerca de 2% do total).

A primeira edição da obra - normalmente referida como a "Velha Kalevala" - foi publicada em 1835. A segunda edição, que aumenta (de 32 cantos para 50) e altera consideravelmente a narrativa (por exemplo, Väinämöinen deixa de ser um deus e a tarefa da criação do mundo é agora levada a cabo pela sua mãe, a donzela do ar Ilmatar), foi publicada em 1849.

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