Alfredo Emílio Andersen foi considerado o mais importante pintor estrangeiro residente no Brasil em sua época. Ele nasceu em Kristiansand, sul da Noruega, dia 3 de novembro de 1860, filho do Capitão da Marinha Mercante Tobias Andersen e de Hanna Carine Andersen.
Aos treze anos pintou aquela que se supõe seja a sua primeira tela, intitulada "Akt". Entre 1874 a 1877 estudou com Wilhelm Krogh, conhecido pintor na Noruega, que considerava seu pupilo um jovem de excepcional talento. Com dezoito anos mudou-se para a Dinamarca. Sua carreira, a partir de então, alcança rápida progressão, passando o artista a exercer atividades não só de pintor, como de cenógrafo e decorador.
1968
Prêmio Internacional de Melhor Desenhista, dado por um juri de Críticos
Europeus encarregado de analisar a retrospectiva das Bienais de Veneza entre 1946 e 1966, na "Galerie Rive Gauche", Roma e Paris. Prêmio Ampulheta pela participação no Calendário Pirelli com o tema "50 Anos de Samba".
Exposições coletivas: "Exposição Internacional de Gravura" na Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo. "Retrospectiva Didática do Grupo dos 19" na Galeria de Arte do Instituto de Idiomas Yazigi em São Paulo. "NUGRASP" no Núcleo de Gravadores de São Paulo.
Integra o grupo de artistas que desenha o "Calendário Pirelli". Lança o álbum "Sete Xilogravuras de Aldemir Martins" (em cores, 50 exemplares), Edição Emanoel Araújo, Salvador, Bahia. Ilustra a 27a. edição de "Os Sertões" de Euclides da Cunha, Editora Francisco Alves, São Paulo. Desenha o Selo Comemorativo da X Bienal de São Paulo "O Peixe".


